Geometría Superior
N. V. Efímov
Mir Moscou - 1984
livro em bom estado, capa dura, 503 pg, escasso, não perca, saiba mais ....
Traducido del Ruso por J. J. Tolosa, candidato a doctor.
PARTE 1 FUNDAMENTOS DE LA GEOMETRIA.
PARTE II - GEOMETRiA PROYECTIVA
PARTE III - GEOMETRIA DE CURVATURA CONSTANTE
O livro está bem conservado, capa dura, capas e páginas ótimas, com as
ilustrações, papel e impressão impecável, encadernação original, 391
pgs, escasso, não perca, saiba mais...
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quarta-feira, 18 de abril de 2012
domingo, 15 de abril de 2012
Mecânica quântica : teoria näo relativista L. Landau, E. Lifshitz Moscou : Mir - 1985 raridade imperdível
Mecânica quântica : teoria näo relativista
L. Landau, E. Lifshitz
Moscou : Mir - 1985
vol.1 : 293 p. ; vol.2 : 477 p.
O melhor livro e a magnifica referência, o tão sonhado Landau em português !!!
Raridade, não perca....
O maior cientista da extinta União Soviética e um dos maiores físicos
do século XX. As suas contribuições são valiosíssimas, nomeadamente a
teoria do hélio líquido e a superfluidez (que lhe valeram o prémio Nobel
de Física em 1962), as transições de fase, mas também em praticamente
todos os outros domínios da física teórica.
Em
conjunto com Evgueni Lifshitz escreveu o famoso Curso de
Física Teórica, que ajudou e ajuda na formação de gerações de físicos, referência utilíssima para qualquer físico teórico, absolutamente indispensáveis, um dos melhores livros para um estudante de física.
Os
livros da Mir excelentes, fabricados na extinta União Soviética. O papel de boa qualidade soviético, encadernação excelente, contracapa com um resumo do
livro e das biografias dos autores.
O livro
está bem conservado, encadernação original, capa dura em telasiberiana,
conforme a melhor editoração russa da época, capas e páginasótimas, com
as ilustrações, papel e impressão impecável segundo opadrão soviético
de 'publishers', formato padrão.
Um Clássico daépoca da antiga Russia, quando União Soviética, Ocasião em que a Mirlançava muitos títulos prestimosos à área das exatas, saiba mais, temosmuitos livros da editora Mir Moscou, Paz, Progresso, etc, em váriaslínguas.
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Outros livros da área que podem interessar, contacte-nos sobre a disponibilidade.
philolibrorum@yahoo.com.br
C. Cohen-Tammoudji, B. Diu e F. Laloë, Vols. I e II, J.Wiley and Sons (1992)
J.J. Sakurai, Modern Quantum Mechanics, Benjamin/Cummings, 1995
A. Messiah, Quantum Mechanics, North Holland, 1961/61, Vols. I e II
E. Merzbacher, Quantum Mechanics, 3ª ed., Wiley, 1998
Eletrodinâmica Clássica, J. D. Jackson, Guanabara Dois, 1983.
Classical Electricity and Magnetism, W. K. H. Panofsky and M. Phillips. Adisson - Wesley, 1962.
Electromagnetic Theory, J. A. Stratton. Mc Graw-Hill Co., 1945.
Electromagnetic Fields, R. K. Wangness. John Wiley & Sons, 1979.
Statistical Mechanics, K. Huang. John Willey & Sons, Indc., 1963.
Statistical Mechanics, R. Kubo. North - Holland Publishing Co., 1971.
Thermodynamics, H. Callen. John Willey and Sons, Inc., 1960.
Physique Statistique - L. D. Landau et I.E. Lifshitz. Editora Mir, 1967.
Salinas, R. A. s., Introdução à Física Estatística, Ed. EDUSP
Solid State Phisics - N. W. Ashcrof and N.D. Mermin.
Theory du Solide - A. S. Davidov.
Principles at the Theory of Solids - J. M. Ziman.
Solid State Physics - R. Kubo, T. Nagamyia.
N. N. Bogoliubov and D.V. Shirkov, “Introduction to the Theory of Quantized Fields” (3 th Ed.)
S. Gasiorowicz, “Elementary Particle Physics” 3. S. Weinberg, “The Quantum Theory of Fields”, vol. I
J. D. Bjorken and S. Drell, “Relativistic Quantum Fields”
M.E. Peskin and D.V. Schroeder, “An Introduction to Quantum Field Theory”
F. Mandl and G. Shaw, “Quantum Field Theory”
Das, A., Lectures on Quantum Field Theory, Ed. World Scientific.
Classical Mechanics, H. Goldstein, Addison Wesley, N.Y., 1972.
Mecanique - L. Landau et E. Lifchitz. Moscou, Editions Mir, 1966.
Methodes Mathematique de la Mecanique Classique - V. Arnold. Ed. Mir, 1976.
N. Mukunda e E. G. Sudarshan, Classical Dynamics: a Modern Perspective, Wiley (1974).
E. J. Saletan e A. H. Cromer: Theoretical Mechanics, (Wiley, 1971).
A. Yariv, "Quantum Electronics" , John Wiley & Sons, 1989
R. W. Boyd, "Nonlinear Optics", 2nd ed., Academic Press, N. York, 2003.
Y.R. Shen, "The Principles of Nonlinear Optics", John Wiley, N. York, 1984.
E. Merzbacher, Quantum Mechanics, 3ª ed., Wiley, 1998
J.J. Sakurai, Modern Quantum Mechanics, Benjamin/Cummings, 1995
A. Messiah, Quantum Mechanics, North Holland, 1961/61, Vols. I e II
A.S. Davydov, Quantum Mechanics, Pergamon, 1976
G. Baym, Lectures on Quantum Mechanics, Benjamin, 1969
F. Gross, Relativistic Quantum Mechanics and Field Theory, Wiley, 1993
J.J. Sakurai, Advanced Quantum Mechanics
L. Schiff, Quantum Mechanics
Notas de Mecânica Quântica de A.F.R. de Toledo Piza
F. Gross, Relativistic Quantum Mechanics and Field Theory, Wiley, 1993
C.W. Misner, K.S. Thorne and J.A. Wheeler, Gravitation, Freeman, New York, 1973
R.M. Wald, General Relativity, U. Chicago Press, Chicago, 1984
L.D. Landau & E.M. Lifchitz: The Classical Theory of Fields, Pergamon, Oxford, 1975
J.D. Jackson: Classical Electrodynamics, John Wiley, New York, 1975, 2nd. Edition
N. Bogoliubov & D.V. Shirkov: Introduction to the Theory of Quantized Fields, J.Wiley, New York, 1980
J.D. Bjorken & S.D. Drell: Relativistic Quantum Mechanics, McGraw-Hill, New York, 1964
P. Ramond, Field Theory: A Modern Primer, Addison-Wesley, Reading, Mass., 1990
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J.J. Sakurai, Modern Quantum Mechanics, Benjamin/Cummings, 1995
A. Messiah, Quantum Mechanics, North Holland, 1961/61, Vols. I e II
E. Merzbacher, Quantum Mechanics, 3ª ed., Wiley, 1998
Eletrodinâmica Clássica, J. D. Jackson, Guanabara Dois, 1983.
Classical Electricity and Magnetism, W. K. H. Panofsky and M. Phillips. Adisson - Wesley, 1962.
Electromagnetic Theory, J. A. Stratton. Mc Graw-Hill Co., 1945.
Electromagnetic Fields, R. K. Wangness. John Wiley & Sons, 1979.
Statistical Mechanics, K. Huang. John Willey & Sons, Indc., 1963.
Statistical Mechanics, R. Kubo. North - Holland Publishing Co., 1971.
Thermodynamics, H. Callen. John Willey and Sons, Inc., 1960.
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Solid State Phisics - N. W. Ashcrof and N.D. Mermin.
Theory du Solide - A. S. Davidov.
Principles at the Theory of Solids - J. M. Ziman.
Solid State Physics - R. Kubo, T. Nagamyia.
N. N. Bogoliubov and D.V. Shirkov, “Introduction to the Theory of Quantized Fields” (3 th Ed.)
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J. D. Bjorken and S. Drell, “Relativistic Quantum Fields”
M.E. Peskin and D.V. Schroeder, “An Introduction to Quantum Field Theory”
F. Mandl and G. Shaw, “Quantum Field Theory”
Das, A., Lectures on Quantum Field Theory, Ed. World Scientific.
Classical Mechanics, H. Goldstein, Addison Wesley, N.Y., 1972.
Mecanique - L. Landau et E. Lifchitz. Moscou, Editions Mir, 1966.
Methodes Mathematique de la Mecanique Classique - V. Arnold. Ed. Mir, 1976.
N. Mukunda e E. G. Sudarshan, Classical Dynamics: a Modern Perspective, Wiley (1974).
E. J. Saletan e A. H. Cromer: Theoretical Mechanics, (Wiley, 1971).
A. Yariv, "Quantum Electronics" , John Wiley & Sons, 1989
R. W. Boyd, "Nonlinear Optics", 2nd ed., Academic Press, N. York, 2003.
Y.R. Shen, "The Principles of Nonlinear Optics", John Wiley, N. York, 1984.
E. Merzbacher, Quantum Mechanics, 3ª ed., Wiley, 1998
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Notas de Mecânica Quântica de A.F.R. de Toledo Piza
F. Gross, Relativistic Quantum Mechanics and Field Theory, Wiley, 1993
C.W. Misner, K.S. Thorne and J.A. Wheeler, Gravitation, Freeman, New York, 1973
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L.D. Landau & E.M. Lifchitz: The Classical Theory of Fields, Pergamon, Oxford, 1975
J.D. Jackson: Classical Electrodynamics, John Wiley, New York, 1975, 2nd. Edition
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J.D. Bjorken & S.D. Drell: Relativistic Quantum Mechanics, McGraw-Hill, New York, 1964
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quinta-feira, 5 de abril de 2012
A problem book in mathematical analysis. Berman G. problemas matematicos analise diferencial ultidimensional series logica

G. N. Berman
A problem book in mathematical analysis.
Livro em bom estado de conservação, com 490 pgs., escasso, não perca.
Com respostas. Um clássico. Mathematics, Mathematical Analysis.
Function, Limit. Continuity,
Derivative and Differential. Differential Calculus, Investigating Functions and Their Graphs, The Definite Integral, Indefinite Integral. Integral Calculus, Indefinite Integral. Integral Calculus, Methods for Evaluating Definite Integrals. Improper Integrals, Application of Integral Calculus, Series,
Functions of Several Variables. Differential Calculus, Applications of Differential Calculus of Functions of Several Variables, Multiple Integrals, Differential Equations, Trigonometric Series, Elements of Field Theory, Answers, Appendix.
Este livro está entre os lendários livros de problemas matemáticos, clássico no mundo inteiro, livro interessante e estimulante.
Começando com o elementar e progredindo para análise multidimensional e vetores, este livro é uma ótima ferramenta a todos que interessam-s epela área de exatas.
Além disso, além dos capítulos em causa com a matemática pura, há também uma série de exemplos em um capítulo sobre aplicações à física.
O livro é composto por mais de 4.000 problemas, com respostas.
Esta coleção de problemas é dedicada a análise matemática em diversos níveis.
A maioria dos problemas são divididos em grupos.
Todos os problemas de conteúdo físico são acompanhadas pelas noções necessárias sobre física.
O livro contém um apêndice: Tabelas das magnitudes de algumas funções elementares.
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outros livros que podem interessar, contacte-nos sobre a disponibilidade.
Analysis Problems 5000 problemas de analisis matematico B. P. Demidovic Mir, Moscow
Book of Problems in Ordinary Differential Equations M. L. Krasnov, A. I. Kiseliov, and G. I. Makarenko Mir, Moscow: 1971.
A Collection of Problems on Complex Analysis Lev Izrailevich Volkovyskii Dover Publications, New York: 1991.
Algebra and analysis. Problems and solutions Guy René Lefort North-Holland, Amsterdam: 1966.
Algebra and analysis. Problems and solutions Guy René Lefort Saunders, Philadelphia: 1966.
Algèbre et analyse Guy René Lefort Dunod, Paris: 1961.
Calculus Problems and Solutions A. Ginzburg Dover Publications, 2003.
Collection of Problems on Complex Analysis Lev Izrailevich Volkovyskii Pergamon Press, 1965.
Differential and Integral Equations Through Practical Problems and Exercises Gheorghe Micula and Paraschiva Pavel Kluwer, 1992.
Exercices d'algèbre et analyse Guy René Lefort Dunod, Paris: 1968.
Exercices d'Analyse, Jacques Rivaud Vuibert, Paris: 1963.
Exercices d'analyse à l'usage des candidats aux grandes écoles: programmes A, Ë, B, C, aux Ecoles normales superieures, aux examens de M.P., de P.C. et de la licence de mathematiques, Jacques Rivaud Vuibert, Paris: 1970.
Exercices et Problèmes d'intégration Claude George Gauthier-Villars, Paris: 1980
Exercises in Fourier Analysis T. W. Körner Cambridge University Press, 1993
Linear and Complex Analysis Problem Book, Viktor Petrovich Khavin and Nikolai Kapitonovich Nikol, 1984
Mathematical analysis in questions and problems V. F. Butuzov, N. Ch. Krutitskaya, G. N. Medvedev, and A. A. Shiskin Mir, Moscow
Mathematical analysis in questions and problems: Functions of several variables V. F. Butuzov, N. Ch. Krutitskaya, G. N. Medvedev, and A. A. Shiskin Mir, Moscow
Problem Book in the Theory of Functions Konrad Knopp Dover Publications, New York: 1948
Problemas de analisis matematico. Integrales y series L. D. Kudriavtsev, A. D. Kutasov, V. I. ChejIov, and M. I. Shabunin Mir, Moscow
Problemas de analisis matematico. Limites, continuidad y derivadas L. D. Kudriavtsev, A. D. Kutasov, V. I. ChejIov, and M. I. Shabunin Mir, Moscow
Problemas de ecuaciones diferenciales ordinarias M. L. Krasnov, A. I. Kiseliov, and G. I. Makarenko Mir, Moscow
Problemas de matematicas. Principios del analisis Vavlov Mir, Moscow
Problemas sobre la teoria de funciones de variable compleja L. I. Volkovyski, G. L. Lunts, and I. G. Aramanovich Mir, Moscow
Problemas y ejercicios de analisis funcional V. A. Trenoguin, B. M. Pisarievski, and T. S. S—boleva Mir, Moscow
Problems and exercises in integral equations M. L. Krasnov, A. I. Kiseliov, and G. I. Makarenko Mir, Moscow
Problems and exercises in the calculus of variations M. L. Krasnov, A. I. Kiseliov, and G. I. Makarenko Mir, Moscow
Problems and Propositions in Analysis. Gabriel Klambauer Marcel Dekker, New York: 1979
Problems and Solutions for Complex Analysis Rami Shakarchi Springer-Verlag, New York: 1999
Problems and Theorems in Analysis II: Theory of Functions, Zeros, Polynomials, Determinants, Number Theory, Geometry George Polya and Gabor Szego Springer-Verlag, Berlin: 1998
Problems in Calculus of One Variable with elements of theory I. A. Maron Mir, Moscow: 1975
Problems in complex variable theory Jan G. Krzyz Unknown publisher, New York: 1971
Problems in Real and Complex Analysis A volume in the series Problem Books in Mathematics Bernard R. Gelbaum Springer-Verlag, New York: 1992
Problems in the Theory of Functions of a Complex Variable Lev Izrailevich Volkovyskii, G. L. Lunts, and I. G. Aramanovich Mir, Moscow: 1977
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Coriolis Linux Core Kernel Commentary Indepth Code Annotation Scott Maxwell informatica computação codigo fonte unix distro linus alan stalmann software livre etclinus
Coriolis Linux Core Kernel Commentary Indepth Code Annotation
Scott Maxwell
Coriolis Books 1999 - Computação e informática, Brochura, 560 pg, livro em bom estado, brochura original,coda29-x9,escasso, não perca, saiba mais...
Livro referencial e extremamente útil para compreender o funcionamento do kernel linux.
Ele segue o formato do famoso Lions Comentário sobre UNIX, mostrando o código fonte (com números de linha) em primeiro lugar, seguido de comentário em profundidade (com referências a números de linha).
Um formato muito bom, para deixar a fonte falar por si mesmo, tanto quanto possível, isso é muito útil para estudar o kernel.
Apesar de que se pode obter o código do kernel gratuitamente com muita facilidade, no entanto, o comentário é que faz agregar muito valor a este livro, pois existem algumas explicações valiosas de algumas áreas interessantes do kernel do Linux, que certamente não se adquire com facilidade, pelo contrário só a experiência pode propiciar.
Por exemplo o capítulo sobre gestão de memória do kernel, que inclui uma boa explicação das condições que desencadeiam a falha de segmentação temível.
Dividido em duas partes: código e comentários. O código está listado e numeradas seqüencialmente e corresponde ao comentário na segunda parte do livro, que volta para o código na primeira parte do livro.
Gerenciador de memória, Process Scheduler, comunicação entre processos, interrupções, sinais, inicialização do sistema, multiprocessamento simétrico, interface sysctl, núcleo do código, design, arquitetura, etc...
Adota e amplia o método utilizado pelo famoso Comentário Lion sobre Unix, que ainda hoje é muito procurado. Mais de 39.000 linhas de código são extraídas e explicado em detalhes. Inclui uma extensa referências cruzadas e fluxogramas de arquitetura para melhorar a compreensão da estrutura do código.
Neste livro o estudante interessado em Linux encontrará quase todo o kernel comentado. É sobre sinais que querem saber? Não há problema: signal.c e signal.h. Com comentários sobre o objetivo do código. Descobrirá ainda alguns comentários interessantes do Linus e do Alan....
Scott Maxwell (Pasadena, CA) holds a Master's degree in Computer Science from the University of Illinois at Urbana-Champaign, as well as Bachelor's degrees in Computer Science and English from East Carolina University.
Since 1994, he has been a Unix software developer at the JetPropulsion Laboratory in Pasadena, CA.
quarta-feira, 28 de março de 2012
Kurt Gödel and the Foundations of Mathematics: Horizons of Truth. Matthias Baaz, Christos H. Papadimitriou, Hilary W. Putnam, Dana S. Scott , Charles L. Harper Jr. Angus Macintyre, Georg Kreisel, Ivor Grattan-Guinness, Karl Sigmund, Juliette C. Kennedy, Solomon Feferman, Christos H. Papadimitriou, Jack B. Copeland, Wolfgang Rindler, Karl Svozil, John D. Barrow, Denys A. Turner, Piergiorgio Odifreddi , Petr Hajek, Hilary Putnam, Roger Penrose, Ulrich Kohlenbach, Harvey M. Friedman, Paul J. Cohen, Hugh W. Woodin, Avi Wigderson
Kurt Gödel and the Foundations of Mathematics: Horizons of Truth.
Matthias Baaz, Christos H. Papadimitriou, Hilary W. Putnam, Dana S. Scott , Charles L. Harper Jr.
Kurt Gödel - Brünn, Áustria-Hungria 1906 — Princeton, Estados Unidos, 14 de Janeiro de 1978.
Foi um matemático austríaco, naturalizado americano.
O trabalho mais famoso de Gödel é seu teorema da incompletude, no qual afirma que qualquer sistema axiomático suficiente para incluir a aritmética dos números inteiros não pode ser simultaneamente completo e consistente.
Isto significa que se o sistema é auto-consistente, então existirão proposições que não poderão ser nem comprovadas nem negadas por este sistema axiomático. E se o sistema for completo, então ele não poderá validar a si mesmo — seria inconsistente.
Este volume comemora a vida, obra e pontos de vista fundamentais de Kurt Gödel (1906-1978).
Ele explora a pesquisa atual, os avanços e as idéias para futuras direções, não só nos fundamentos da matemática e da lógica, mas também nas áreas de ciência da computação, inteligência artificial, física, cosmologia, filosofia, teologia e história da ciência.
A discussão é complementada por reflexões pessoais de vários estudiosos que conheciam pessoalmente Gödel, fornecendo alguns insights interessantes na sua vida.
Ao colocar suas idéias e trabalho de vida no contexto do pensamento atual e as percepções, este livro vai ampliar o impacto do trabalho fundamental de Gödel na matemática, lógica, filosofia e outras disciplinas para as futuras gerações de pesquisadores.
Parte I. Histórico - As contribuições de Gödel e Realizações:
1. O impacto dos teoremas de incompletude de Gödel na matemática Angus Macintyre,
2. Higiene lógica, fundações e abstrações: diversidade entre os aspectos e opções Georg Kreisel
3. A recepção dos teoremas de Gödel 1931 incompletabilidade por matemáticos, lógicos, os anos 1960. Ivor Grattan-Guinness,
4. "Dozent Gödel não vai palestrar" Karl Sigmund,
5. Tese de Gödel: uma apreciação. Juliette C. Kennedy,
6. Lieber Herr Bernays!, Lieber Herr Gödel! Gödel em finitismo, construtividade, e o programa de Hilbert. Solomon Feferman;
7. Computação e intratabilidade: ecos de Kurt Gödel. Christos H. Papadimitriou, 8. Desde o "Entscheidungsproblem" para o computador pessoal e além. B. Jack Copeland;
9. Gödel, Einstein, Mach, Gamow e Lanczos: excursão notável de Gödel em cosmologia. Wolfgang Rindler;
10. Física "unknowables" Karl Svozil;
Parte II. Uma visão mais ampla - As Implicações Interdisciplinares, filosófico e teológico de trabalho Gödel:
11. Gödel e Física John D. Barrow;
12. Gödel, Tomás de Aquino, e da incognoscibilidade de Deus. Denys A. Turner, 13. Gödel Matemática da filosofia. Piergiorgio Odifreddi
14. Prova ontológica de Gödel e suas variantes. Petr Hájek;
15. O teorema de Gödel e a natureza humana Hilary Putnam,
16. Gödel, a mente, e as leis da física Roger Penrose,
Parte III. Novas Fronteiras - para além do trabalho de Gödel em Matemática e Lógica Simbólica:
17. Interpretação funcional de Gödel e sua utilização corrente na matemática Ulrich Kohlenbach;
18. Meus quarenta anos sobre seus ombros Harvey M. Friedman,
19. Minha interação com Kurt Gödel: o homem e sua obra de Paul J. Cohen,
20. O universo transfinito W. Hugh Woodin;
21. O fenômeno Gödel na matemática: uma moderna visão. Avi Wigderson.
Matthias Baaz is currently University Professor and Head of the Group for Computational Logic at the Institute of Discrete Mathematics and Geometry at the Vienna University of Technology.
Christos H. Papadimitriou is C. Lester Hogan Professor of Electrical Engineering and Computer Sciences at the University of California, Berkeley, where he has taught since 1996 and where he is a former Miller Fellow.
Dana S. Scott is Hillman University Professor Emeritus of Computer Science, Philosophy, and Mathematical Logic at Carnegie Mellon University in Pittsburgh.
Hilary Putnam is Cogan University Professor Emeritus in the Department of Philosophy at Harvard University.
Charles L. Harper, Jr is Chancellor for International Distance Learning and Senior Vice President of Global Programs at the American University System, as well as President of Vision-Five.com Consulting, in the United States.
Angus Macintyre, Georg Kreisel, Ivor Grattan-Guinness, Karl Sigmund, Juliette C. Kennedy, Solomon Feferman, Christos H. Papadimitriou, Jack B. Copeland, Wolfgang Rindler, Karl Svozil, John D. Barrow, Denys A. Turner, Piergiorgio Odifreddi , Petr Hajek, Hilary Putnam, Roger Penrose, Ulrich Kohlenbach, Harvey M. Friedman, Paul J. Cohen, Hugh W. Woodin, Avi Wigderson
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quarta-feira, 21 de março de 2012
As Ciências do Impreciso Abraham A. Moles editora: Civilização Brasileira ano: 1995
As Ciências do Impreciso
Abraham A. Moles
editora: Civilização Brasileira
ano: 1995
Filosofia Livro usado em bom estado de conservação, capa brochura, coda10-x4, escasso, não perca, saiba mais... com 371p.
O cientista francês Abraham Moles nunca viu um OVNI, não pratica yoga nem é
afeito ao esoterismo ou aos excessos da Nova Era. Contudo, escreveu um livro - As Ciências do Impreciso (1995) cujo paradigma científico constitui um precioso objeto de reflexão sobre a superstição no contexto hodierno.
Depois de admitir que “vivemos em meio a fenômenos vagos” e que “viver é
se confrontar com coisas vagas”, Moles faz uma assertiva no mínimo polêmica face ao cientificismo:
“Entre ignorância e precisão científica, o que se convencionou chamar de ciência situa-se numa faixa notável de fatos mal determinados, onde o esforço por meio de qualquer procedimento para reduzir a indeterminação fala mais sobre a abertura das hipóteses e das condições que estabelecem um campo de possibilidades do que sobre o tratamento correto de resultados de amostragens obtidas por processos convencionais”.
Com base nas teses molesianas, pode-se configurar a “ciência do impreciso”
com a síntese seguinte:
• a ciência do impreciso (leia-se por extensão - a superstição) é um fenômeno,
considerado este como uma realidade consciente com contornos constantes e
da qual busca-se conhecer a identidade;
• na epistemologia da superstição, ou da ciência do impreciso, “a noção de uma realidade independente do observador (e/ou do supersticioso) surgiu como desprovida de sentido” (d’Espagnat);
• a análise fenomenológica da ciência do impreciso (da superstição contemporânea) releva a adoção de uma epistemologia (regras para se chegar à verdade), uma metrologia (ciências e técnicas da medição do impreciso) e uma metodologia (conhecimento dos procedimentos que permitem ao homem agir sobre as coisas vagas);
• ainda que a ciência do impreciso (superstição) seja um fenômeno vago por excelência, ou seja, aquele “cujos conceitos de enunciação são, eles próprios, vagos, talvez inadequados, insere-se ela no âmbito do científico com uma “vertigem de precisão”, na qual surge o perigo de se confundir a medida e a coisa em que se acreditar, numa atitude de “basta explicar para compreender”, o que, diante do imponderável, leva o cientista impreciso e/ou supersticioso a uma “miragem da precisão”;
• a ciência do impreciso (superstição) resulta de “células de observação” e/ou da experiência caracterizada após uma interferência fenomenológica que em tudo implica a idéia de conivência, de aceitação;
• a ciência do impreciso é, pois, uma ciência em vias de se fazer, situando-se em contraste com a muralha de livros da ciência acabada, sendo, então, mais um campo de possibilidades a cada instante, por toda uma série de muros separando o possível e do impossível, o concebível (verdadeiro) do inconcebível (falso);
• a ciência do impreciso (superstição) mantém-se como uma impossibilidade experimentada, o que vai justificar o jogo gratuito com as coisas da natureza, a mistificação, a boa ou má fé (seguida, geralmente, do oportunismo) e de uma “estupidez metódica”;
• por basear-se em fenômenos vagos, a ciência do impreciso (superstição) escora-se geralmente em suportes científicos (por conveniência interdisciplinar e mesmo por absoluta necessidade) e em suportes a ela similares (ex.: parapsicologia ou as “sofias” religiosas). Isto a torna “infralógica”, ou seja, aliada a ligações seqüenciais de uma “paisagem mental” freqüentemente
situada dentro dos “corredores obscuros do espírito”;
• por ser a ciência do impreciso (superstição) fluida em seu funcionamento, ambígua em seus conceitos e vaga em suas definições, ela expõe o cientista “impreciso” (ou o supersticioso) a um esforço menos em função de precisá-la do que de manipulá-la conforme sua conveniência;
• por não ter reconhecimento da comunidade científica acadêmica, que sempre opta pelo cientificismo, a ciência do impreciso mantém-se praticamente autônoma na multiplicidade de suas manifestações, carecendo, portanto, de estabelecer corretamente sua epistemologia;
• enquanto ciência do impreciso, dá, ainda assim, importante contribuição, uma vez que emerge da noção de “lógica do provável” de H. Reinchenbach, que enfatiza o valor de verdade;
• na observação da ciência do impreciso (superstição), há sempre “perda de pregnância”, o que, na teoria da Gestalt significa perda de estabilidade e de confiabilidade nos fatores interferentes;
• ainda não predomina na ciência do impreciso (superstição) como regra o que
Einstein postulou no aforisma seguinte: “É necessário ter espírito muito forte para poder resistir à tentação das explicações supérfluas”; mesmo porque, asseverou Festinger, o estudo das maneiras pelas quais o espírito dos homens é crédulo e fácil de seduzir implica técnicas correspondentes para manipulá-lo”;
• a ciência do impreciso (superstição) demanda um custo cognitivo, ou seja, a
“organização mental dos conhecimentos para que o impreciso cientista e/ou o supersticioso chegue a preparar uma decisão sobre si mesmo em relação ao seu envolvimento com determinado fenômeno;
• a ciência do impreciso, em relação às demais ciências ditas normais, é “um fator subversivo do existente”, um fenômeno científico “de contrabando”, uma espécie de ”voyeur” do politicamente correto;
• a ciência do impreciso (superstição) sujeita-se ao empirismo estatístico e à linguagem mística, sugerindo que o cientista impreciso e/ou supersticioso seja apenas capaz de assumir uma ingenuidade.
Segundo Moles, “não há mais nada a dizer sobre a invenção transcendental, salvo reconhecer sua existência e descobrir a posteriori seu papel e definir o que significa “ter certeza” dentro do mundo dos valores intelectuais.”
Isto porque o papel da ciência é o de transformar fragmentos do acaso em
necessidades da evidência.
As ciências do impreciso opõem-se à imagem de uma ciência triunfante, segura
de si e de sua posição dentro do pensamento humano e do progresso da sociedade.
Neste contexto, como uma ciência posta em questão, não mais como ela própria sempre o fez, em nome de seu próprio espírito, mas bem mais em função de seus sucessos, de seus resultados, das transformações trazidas por ela ao mundo social e material. E, neste sentido, a ciência do impreciso, a superstição,
seria uma intrusa dentro da consciência. Segundo Moles, o pensamento da
ciência em si tornou-se tão complexo, em oposição, por exemplo à clareza do Renascimento, que o homem comum acha-se alienado em face dele - estranho e separado. E que, premido pelo cientificismo e pela tecnologia, este “pequeno homem que se julga dentro de nossa sociedade procura suprimir o fosso que o separa da cidadela científica a que ele não tem acesso”.
Para que isto aconteça, completa Moles, um conhecimento ao alcance de todos
oferece-se a ele, chamado vulgarização científica. Ocorre, entretanto, como analisam autores idôneos que “longe de reduzir a alienação do homem com relação à ciência, a vulgarização científica contribui, pelo contrário, para aumentá-la”, dando a ele a ilusão perigosa de ter compreendido o princípio
sem captar a essência mesma da atividade da ciência contemporânea. Para Moles, quer o homem penetre ou não nos segredos do pensamento científico, vai preferir, para seu conforto intelectual, “adorar as vacas sagradas da nova religião contemporânea”, havendo muitas delas, como “uma mistura de relatividade, Einstein, Oppenheimer e o inventor do nylon, os laboratórios onde se destila a magia etc, em torno de seres, lugares e coisas incompreensíveis”.
Nesse contexto, a superstição seria um kitsch científico pelo qual o homem
contemporâneo tem um respeito impotente, porque essa adoração do conhecimento vulgarizado não significa de maneira nenhuma que se veja nele a expressão do bem, mas sim que se sinta nele - e com ele - a encarnação
do poder.
terça-feira, 20 de março de 2012
Ilya Prigogine e Isabelle Stengers Entre o Tempo e a Eternidade Cia das Letras 1992
Ilya Prigogine e Isabelle Stengers
Entre o Tempo e a Eternidade
Cia das Letras
1992
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"Entre o tempo e a eternidade", é um regresso ao " crime" já cometido em " A Nova Aliança", de 1979, pelo premio Nobel da Química Ilya Prigogine e pela sua colaboradora, historiadora de ciência, Isabelle Stengers.
Volta a lembrar que o saber físico-químico não pode permanecer estranho à historicidade e a reclamar um papel para o tempo nas ciências modernas.
Trata-se de um regresso ao problema do tempo.
O tempo, no qual estamos mergulhados, corre do passado para o futuro, tal como um rio corre de montante para jusante. Há, evidentemente, o antes e o depois. A eternidade, que gostamos de imaginar, é um mar imenso, sempre igual, onde portanto está indefinida a diferença entre o antes e depois.
Ora, os físicos e químicos têm preferido, por razões de simplicidade, a eternidade ao tempo. O tempo que, abreviado por "t" aparece nas equações da física microscópica é afinal a eternidade.
Trata-se de um tempo onde os objectos se podem mover tanto para trás como para a frente, onde o passado é, para todos os efeitos, equivalente ao futuro.
Mas os físicos e os químicos sabem bem que o tempo não é a eternidade. O passado é obviamente diferente do futuro. Recordamo-nos do passado mas não do futuro, prevemos, ainda que dificilmente, o futuro mas não o passado.
Só no fim do século passado se conseguiu meter nas equações a diferença entre passado e futuro. Estudavam-se os gases - recorde-se que a palavra "gás", hoje familiar, foi introduzida pelo químico Helmont no século XVII, com base no latim "chaos", caos - e suspeitava-se que eles eram feitos de moléculas.
Um conjunto de moléculas distingue o passado do futuro, conhece o tempo. Se se colocarem uma dúzia de moléculas de um lado de um recipiente, ao fim de um certo tempo estará em média meia dúzia de cada lado. Antes estão todas de um só lado.
O problema e que uma única molécula só conhece a eternidade.Para ela não há passado nem futuro, uma vez que as leis da mecânica clássica não permitem essa distinção crucial. O grande físico contemporâneo John Wheeler afirmou sarcástico:" Perguntem a uma molécula o que é o tempo e ela rir-se-vos-á na cara!"
Porque é que então existe tempo para o grupo enquanto o indivíduo só conhece a eternidade?
Esta questão perturbou o físico austríaco Ludwin Boltzmann, no século passado, e continua, passados cem anos, a perturbar Prigogine.
Prigogine tem sobre Boltzmann a vantagem de um século de física, de química e de biologia e das relações que entretanto surgiram entre essas disciplinas. Se a biologia é a continuação da física-química, necessário se torna explicar a temporalidade dos seres vivos....
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